24 de outubro de 2009

Zé Bueno e The Fun Theory

No meio da tarde resolvi tomar um café na FNAC Pinheiros.


Na saída, um cara de bike, vestido a caráter, me reconhece e começa a puxar papo. Era um colega da FAU (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP), um cara com umas teorias muito boas. E o melhor, que coloca as teorias em prática.


Agora ele anda de bike e tem uma série de motivos lógicos e coerentes para isso.


E se você quiser saber quais são os motivos, dá uma olhada no blog dele: www.zerobueno.blogspot.com.


Foi lá no blog dele que eu vi um vídeo da nova campanha da Volkswagen, The Fun Theory.


Essa campanha prova que, pela lógica, a gente não vai. É preciso algum incentivo, alguma diversão, algum "fun".


A vida seria bem melhor com mais "fun".


Reproduzo, aqui, o mesmo vídeo que vi no Blog do Zé Bueno.





Sensacional. E já que sou de marketing, vamos comentar... Já imaginou quanta gente está reproduzindo esses vídeos e divulgando a marca da Volkswagen?


José Rodrigues Passarinho

13 de outubro de 2009

Tenho o maior prazer em fazer parte de um grupo que escreve em um blog sobre eficácia comercial, chamado Metas de Vendas.

A minha primeira postagem, lá, é sobre O Novo Profissional de Vendas. Sim, nem o temo vendedor se usa mais, tanto que já foi mitificado este nome.
Aquele cara que pensava mais nele, nas suas metas, do que no seu cliente, bem, o tempo desse cara já passou.
Se um vendedor quiser ter sucesso, deve trabalhar pelo sucesso do seu cliente. Especialmente quando a venda é consultiva.
Mas vá lá no Metas de Vendas, vale a pena conhecer, vale a pena ler essas e outras postagens sobre aumento de competitividade e alcance de resultados.


José Rodrigues Passarinho

12 de outubro de 2009

Guerra dos Sexos Nunca Mais - como foi

Como disse em uma postagem "mais abaixo", fiz mais uma palestra sobre as diferenças entre homens e mulheres e como estas diferenças influenciam na vida profissional e pessoal, no Montenegro Cultural.

O resultado foi ótimo.

Parecia discurso de político. Vira e mexe escutava alguém entusiasmado, no meio da plateia, gritando um "é isso mesmo", "muito bem". Ora um homem, ora uma mulher.

As pessoas riram muito, se identificando com os assuntos tratados e espero que também aproveitem bastante as dicas para um melhor relacionamento entre os sexos.

No dia seguinte, perguntei à gerente do Motenegro Cultural, Daniela Benevento, o que acharam da apresentação. Ela disse que foi o assunto do dia e que muitos foram os acontecimentos que lembraram o que foi falado na palestra.

Que bom. É relativamente fácil fazer uma apresentação impactante. O mais difícil é que ela tenha conteúdo e que este conteúdo fique presente nas pessoas. Quando preparo um tema, uma palestra ou um treinamento, essa é uma questão que me atormenta: como transmitir algo realmente útil à audiência.

José Rodrigues Passarinho